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Eu ser preso? Só mesmo na ideia de algum jerico. Muito menos condenado.

Estive reunido com um dos advogados que fará minha defesa no tal “crime de falso testemunho” e ele, sinceramente, caiu na risada  da possibilidade de que eu venha a ser preso ou sequer condenado. Primeiro, porque, evidentemente, não prestei falso testemunho nenhum. O que não faltam são inúmeras provas de que sempre escrevi a verdade.

 
Segundo, porque, mesmo que tivesse prestado o tal falso testemunho, o crime não implica em cadeia e, sim, no máximo  em detenção – com a suspensão da pena – ou multa. Terceiro, porque ficará provado na Justiça que, ao contrário do que o ex-prefeito corrupto fala e insiste em tentar enganar a população, minha conversa com ele se deu muito tempo antes do meu testemunho em juízo, período em que me convenci que estava completamente enganado em minhas conclusões iniciais. Inclusive, tenho e-mails  provando que esclareci tudo previamente ao juiz encarregado do caso.

 
E, em quarto lugar, porque a Lei de Imprensa foi revogada, além do que a Constituição Federal assegura o livre exercício do jornalismo investigativo.

 
Decisão unânime

 
E,  em quinto e último lugar, porque existem diversas jurisprudências já firmadas em casos semelhantes. Uma delas, faço inclusive questão de transcrever aos leitores. Ela foi criada pela unanimidade da Turma que absolveu um jornalista acusado pelos crimes de calúnia, injúria e difamação, e que não é, nem de longe,  o meu caso.

 
A decisão foi da 1ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, e envolve um jornalista e um investigado num esquema de corrupção e sonegação fiscal, envolvendo a Eletrobrás e a empresa Gautama, na conhecida “Operação Navalha”. Vamos à resumida  decisão:

 
De acorco com os desembargadores, a análise das notícias revela que o jornalista apenas se limitou a narrar a investigação acerca dos fatos que deram origem à operação policial.  
Um dos magistrados ressaltou: “O jornalista que tivesse compromisso com a verdade absoluta e real não teria emprego em jornal algum. O jornal sobrevive da notícia. O compromisso do jornalista é com a notícia.  No caso em questão bem se vê que o jornalista usou expressões como “há indícios…”, “supostamente…”, “para os agentes…”. Essas expressões indicam que o jornalista está apenas noticiando.  O leitor é quem tem que se acautelar em face da notícia, não pode trazer a notícia como verdade absoluta e imutável.

 
Se assim fosse, seria uma tranquilidade para os juízes. Leriam o jornal e sentenciariam(…) A imprensa tem compromisso com a notícia, e o compromisso da notícia é incompatível com o dolo eventual (má fé). Se quisesse que o jornalista tivesse compromisso com a verdade e não pudesse assumir o risco de erro, não havia notícias, os jornais fechariam, não tínhamos o que ler.

 
A notícia é o alimento do espírito, sobretudo dos mais curiosos; a verdade é outra, a verdade poderá ser delineada se o juiz de 1º Grau sentenciar, poderá aperfeiçoar-se se a sentença transitar em julgado e é uma verdade processual. Em matéria penal, ela nem fica perfeita, porque, a todo tempo, poderá haver uma revisão criminal”.

 
Extraído do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, em 13 de outubro de 2010.

 
Precisa explicar mais alguma coisa aos presepeiros e desinformados de plantão?

Blog em ritmo lento, mas por uma causa maior

 

 

Por motivos que fogem totalmente à minha vontade – ou nem tanto assim – informo aos leitores que o Blog deverá passar dois ou três dias devagar, quase parando. Explico.

Tenho diversas reuniões agendadas com meus advogados neste início de semana, além do que estou reunindo uma série de documentos e reproduzindo cópias de áudios e de vídeos, os quais espero entregar pessoalmente ao delegado Evy Paternostro nesta semana, bem como protocolá-los junto à Associação Baiana de Imprensa.

Pura balela

Alguns leitores  ingênuos podem pensar que estou “ferrado” com o promotor, o delegado e a Justiça, diante da nova molecagem aprontada pelo Traste. Garanto a todos: ser processado por falso testemunho, como há tempos vinha desafiando nossas autoridades, era tudo o que eu queria e precisava.

Se alguém está pensando que falsos testemunhos poderão me atingir, engana-se redondamente. Poucos sabem, por exemplo, que, antes de publicar algumas matérias, todas elas foram informadas e detalhadas ao juiz Roberto Costa Freitas Junior, além do que o depoimento de Júnior, que diz acreditar que o administrador do Campinho, Luis André, recebeu alguma vantagem financeira para incentivá-lo a dar seu depoimento ao jornal Topa Tudo, primeiramente foi dado ao juiz André Strogenski, em Cabrália, sem qualquer tipo de participação minha.

Aliás, fiquei até surpreso ao saber que ele, graças a Deus, já havia procurado o nobre magistrado e feito seus esclarecimentos, cujo teor do depoimento prestado encontra-se em meu poder.

Quanto aos e-mails do delegado Renato Fernandes, dizendo ser tudo uma farsa, eles estão todos em meu poder desde os dias das audiências  dos acusados, época  em que ele foi transferido. Portanto, não adianta ele querer agora voltar atrás e dizer que não disse o que disse. Quem vai se ferrar, com certeza, é ele.

O jornal apenas reproduziu uma informação repassada por uma autoridade e que investigava o caso. Ademais, o livre exercício da minha profissão é garantido pela Consituição Federal. Se houve qualquer mentira neste processo todo, com certeza não partiu do jornal, muito menos de mim.

Tranquilidade total

Apesar do natural e evidente aborrecimento que tudo isso tem me causado, fora os prejuízos financeiros,  que já chegam perto de 50 mil reais – entre advogados e constantes viagens a Salvador e Brasília –  as informações repassadas pelo traficante Júnior foram testemunhadas por ninguém menos que o famoso criminalista Sergio Reis, um dos principais conselheiros e diretores   da OAB baiana,  e sua esposa, a Dra. Marlene Reis, alta funcionária e diretora da Justiça Federal da Bahia, durante um passeio de lancha pelo rio Buranhém. Nada foi inventado ou distorcido pelo jornal. Nem uma linha sequer.

Em resumo: o negócio ficou do jeitinho que eu realmente queria e está finalmente chegando a hora da sociedade de Porto Seguro saber se eu menti ou subornei alguém, ou qual seria a estranha força que leva as testemunhas a darem uma versão à polícia, depois desmentirem seus depoimentos no jornal, para,  logo em seguida, voltarem atrás novamente e confirmarem seus depoimentos iniciais, lançando ainda suspeitas de que teriam recebido dinheiro para fazerem suas revelações ao Topa Tudo.

Vamos ver, enfim, quem fala a verdade em Porto Seguro. A Justiça está aí. As minhas provas coletadas estão aí. E vamos que vamos. Não recuarei um milímetro sequer em nenhuma linha do que escrevi. Não tenho medo de bicho papão e nem de cara feia. Quem viver, verá qual será o fim disso tudo. E que certamente não será o meu. O bicho vai pegar. Podem esperar.

Novos rumos

Ah, já ia me esquecendo: nesta semana estarei tomando algumas importantes decisões com relação ao futuro do jornal Topa Tudo e ao meu novo posicionamento com relação ao prefeito Gilberto Abade. Nada de mais. Apenas uma questão de caráter e de vergonha na cara, e que eu, graças a Deus, ainda  tenho.

Crime de falso testemunho? O promotor está certíssimo. É tudo mesmo que eu preciso – e mereço.

Estive reunido hoje por mais de duas horas para uma séria e proveitosa conversa com o promotor Dioneles, antes dele comparecer à rádio palanque. Gostei da conversa franca, sincera e aberta, e que partiu dos dois lados, cada qual com suas convicções e posições pessoais. O Dr. Dioneles é um promotor. Eu sou um jornalista. Ele tem a visão dele e eu tenho a minha.

 
Eu acho que ele está correto e tem meu total apoio na abertura de crime de suposto  falso testemunho da minha parte, com relação ao caso dos professores. Torço e até rezo para que a Polícia Federal seja envolvida nas investigações.  A sociedade precisa saber se sou um jornalista realmente venal e mentiroso, ou se as descobertas feitas pela jornal são verdadeiras ou não.

 

Na próxima semana mesmo procurarei o delegado Evy para ser interrogado e poder juntar ao inquérito as informações que disponho. É o certo e o justo a fazer, para que a Justiça possa julgar o impasse e dar seu veredicto. Quem tem boca fala o que quer, mas na hora do julgamentio é que se saberá quem de fato tem razão nesta história. Eu estou absolutamente tranquilo quanto à minha absolvição, até porque o meu trabalho é garantido pela Constituição Federal.

 

Distorções

 
Apenas não concordo com o promotor em alguns aspectos, os quais faço questão de esclarecer ao leitor. Primeiro, o jornal jamais negou direito de resposta ao Dr. Dioneles. Conforme testemunhado por nossa secretária ao assistente do promotor na tarde de hoje, o que houve foi que, quando o promotor determinou que sua secretária, a Susi, entrasse em contato comigo, na semana passada, eu estava acometido de uma forte virose, que me deixou 5 dias fora de combate. Minha secretária de fato recebeu o recado, mas esqueceu de me passar. Isso é fato e foi esclarecido pela minha secretária ao assistente do promotor. Portanto, o jornal jamais deixou ou deixará de dar o espaço que o promotor solicitar.

 
Segundo, se o delegado  Renato Fernandes resolveu voltar atrás e desmentir as informações repassadas à nossa reportagem – por estar envolvido, segundo o promotor,  em supostas  irregularidades – o problema é dele e não do jornal.  Nossa redação dispõem dos e-mails originais enviados pelo delegado, alegando que todo o inquérito policial foi uma farsa. Quem garante isso no e-mail é o delegado e não o jornal. Algum crime da nossa parte?

 
Quem pagou quem?

 
Terceiro, quanto ao  traficante e depoente Júnior, acusado de ser um dos assassinos dos professores, estranhamente solto até hoje, depois de ter procurado o jornal para desmentir suas acusações iniciais, dizendo que seu depoimento foi modificado pela polícia, o problema também é dele. Temos testemunhas, áudio e vídeo das revelações feitas por ele, além  do  depoimento original dado e assinado por ele ao juiz André Strogenski, em Cabrália. Será que ele recebeu algum dinheiro para procurar o juiz e dar o seu depoimento, da mesma maneira com que teria supostamente nos acusado?

 
Quanto ao fato dele dizer que recebeu dinheiro para dar sua versão ao jornal, obviamente ele deverá provar quanto, como e de quem recebeu, porque do Topa Tudo, com certeza, ele não recebeu um único real. Aliás, o próprio promotor diz que ele declarou ter recebido um dinheiro, mas não disse de quem. Estranha, portanto,  que o promotor tenha dito na radio palanque que ele recebeu dinheiro do Topa Tudo. Certamente houve algum mal entendido por parte do promotor nesta revelação – ou eu entendi mal – eis que pela manhã me garantiu que Júnior não disse de quem teria recebido o suposto dinheiro, muito menos que tenha recebido do Topa Tudo.

 
Quarto, estranha – e muito – que o tal traficante Júnior, depois de ter procurado o jornal espontaneamente  para desmentir seu primeiro depoimento – e deixar se fotografar e filmar – sendo primo do tal Marcelo Caolho, tenha voltado novamente atrás, em depoimento ao delegado Evy. Acho realmente estranho porque, assim como aconteceu com vários outros depoimentos, primeiro o sujeito diz uma coisa, depois resolve procurar o jornal para dizer outra, para, no final, voltar atrás e confirmar tudo novamente, dizendo ter sido subornado pelo jornal. É muito estranho mesmo estas mudanças bruscas de depoimentos.

 
Este delegado Evy Paternostro realmente é um  policial fantástico, verdadeiro mestre em conseguir que seu depoentes mudem de versão várias vezes. Ou, quem sabe, muito azarado, porque certamente este vai e vem de informações abre brechas para uma série de especulações. Quem mente? Quem diz a verdade? Por que uma hora seus depoentes dizem uma coisa e logo em seguida dizem outra? Que força estranha os faz oscilar de uma hora para outra? Seria pressão, medo ou ameaças? Acho que uma acareação poderá esclarecer tudo.

 
Para encerrar, repito, reitero meu total  respeito e apreço pela Justiça, pelo promotor Dioneles e por todos os envolvidos no caso – fora o Traste. Só não aceito são acusações infundadas contra o meu trabalho e que foi todo alicerçado em provas, depoimentos e gravações. Se alguém mentiu ou continua a mentir não foi o Topa Tudo. A tentativa de tentar me desmoralizar ou recuar em meu trabaho só terá efeito contrário. Mexeram nos meus brios eu vou até o fim.

 

Não vejo a hora de ver o caso finalmente parar no Forum e no Tribunal de Justiça da Bahia. O promotor tem o meu respeito e o meu apoio total em sua decisão de processar o jornal por falso testemunho. A verdade certamente aparecerá. Deus existe, caro leitor.

Era só o que me faltava: agora até gay eu virei

Acredito que na vida, sobretudo na política, por mais adversidades que hajam, existem limites éticos e morais. Nunca acusei ninguém, por exemplo, de ser gay, de ser traficante ou algo parecido sem o mínimo de verdade. Não faz o meu estilo, não sou político e tenho o amor e o temor de Deus em meu coração. Inclusive, há pouco tempo atrás recebi  dezenas de e-mails trocados entre o Traste e uma antiga namorada sua de Brasília, com revelações no mínimo cabeludas sobre a sua vida pessoal. Peguei todos os e-mails, sequer tirei cópia deles, e os entreguei ao ex-prefeito. Mas, como bem sabemos,  nem todos os homens agem assim.

 
Digo isso porque a última do parasita desalmado é andar espalhando pela cidade que me separei da minha esposa porque ela me pegou na cama com um conhecido vereador de Porto Seguro. Alertado por alguns que na verdade era ele que tinha a fama de ter tido um caso amoroso com o vereador – o que é mentira, diga-se de passagem – ele, constrangido, disse que era preciso colocar isso na conta de alguém, elegendo, a princípio, um conhecido e fiel amigo seu.

 

Como a história não colou e o cara ficou fulo da vida, logo ele tratou de inventar que meu caso homossexual teria sido com um ex-secretário seu, conforme balela divulgada intensamente pelos desocupados que fazem uso do Facebook para denegrir a imagem das pessoas.

 
Faço o devido esclarecimento apenas para lembrar que moro há 26 anos nesta cidade e até hoje não apareceu ninguém para dizer algo de concreto sobre a acusação. Pelo contrário, namorei e tive casos com mulheres lindíssimas de Porto Seguro e nenhuma delas saiu reclamando de nada. Isso é só para o leitor ver, mais uma vez, a que ponto um crápula destes pode chegar. Deus haverá de dar o chocolate dele na hora certa.

Jorge Caminha, Beto e Max tinham razão

A falsidade é arma dos covardes. Na frente eles agem de um jeito, pelas costas de outro.

Três amigos meus de muitos anos, os ex-vereadores Jorge Caminha e Beto Axé Moi, além do diretor da prefeitura Max Leonel – meu ex-colega de faculdade e  atual companheiro na pesca de grandes robalos (menos de 1 kg a gente devolve pra água, nossa média é entre 3 e 4 kg por peixe )  realmente tinham razão.

 
Diziam-me eles mais ou menos assim: “Miro, jamais confie no Traste, ele não merece a mínima confiança sua, ele lhe odeia e a hora que puder vai lhe aprontar alguma sacanagem. Cuidado, ele não vai lhe perdoar nunca, sai fora, se afaste deste sujeito, ele não é gente, trata-se de um monstro e que só pensa em retornar pra prefeitura para continuar a meter a mão no dinheiro público. Se for preciso lhe matar para ele chegar ao poder, pode ter certeza que ele mandará fazer isso”.

Pura inocência
Acontece, caro leitor, que eu sou assim mesmo, meio que babaca, metido a ser bonzinho  e ingênuo por natureza. Para mim,  pode ser meu pior inimigo, sentou, conversou, pediu desculpas, apertou as mãos e se reconciliou, acabou qualquer desavença.

 
Estão aí Jorge Musser, Dr. Jarbas Abreu, Jadilson do Sollo e tantos outros ex-inimigos para testemunharem meu proceder. Não sou falso. Não sou moleque. Não minto e nem vivo de demagogias. Ou o sujeito é homem ou é um saco de batatas. Infelizmente, existem homens e homens neste grande mundo de Deus. Assim como existem os trastes, é claro.

Cada vez mais isolado e desesperado

Recebi ontem, já tarde da noite, um telefonema de um conhecido empresário da cidade, gente da melhor qualidade, e que há muito tempo não me dava a honra de manter uma longa conversa comigo.

 
Dizia-me o empresário: “Miro, o tiro contra você  e o prefeito Abade saiu pela culatra. Ninguém mais confia ou vai querer ter uma conversa reservada com o Traste. Só hoje à noite recebi três telefonemas de amigos meus, que jogam comigo no Clube dos 40, e todos me garantiram que o ex-prefeito se tornou uma pessoa inconfiável.  Ele não consegue acertar uma. Saiba que eu, fulano, beltrano e cicrano, somos totalmente solidários a você. Afinal, ele se passou por seu amigo e lhe gravou dentro da sua própria casa quando vocês eram colegas de sala na faculdade. Isso é muita canalhice”, garantiu-me o velho amigo.

A nova “bomba” a ser detonada pelo ex-prefeito corrupto

Quem tem amigos, tem tudo, sobretudo informações sigilosas e importantes. Já sei e antecipo qual vai ser o próximo ataque do Traste contra a minha pessoa, cujo objetivo, da mesma maneira que fez no caso da Ilha do Urubu, é fazer uma campanha maciça de desmoralização pessoal contra mim e o prefeito Gilberto Abade.

 
Usando parte da mesma conversa mantida comigo, através de uma nova montagem de áudio, ele vai divulgar na próxima semana “bombásticas revelações” contra os PMs Sandoval e Rodrigues, baseadas no relato que lhe fiz das “informações” que me foram repassadas por pessoas que desejavam que Miguel Ballejo assumisse a prefeitura. Outro processo no lombo do ex-gestor.

Quem é do bem é do bem. Quem é do mal é do mal.

 

Ontem escrevi algumas besteiras  aqui e hoje quero pedir desculpas aos leitores. Não nego que preparei carinhosamente uma vara de biriba no jeito para a hora que me encontrar pessoalmente com o ex-prefeito. Não que eu precisasse de tal instrumento para enfrenta-lo, até porque da fruta que ele gosta eu como até o caroço. Minha intenção era apenas deixar registrado na história as marcas que as calúnias podem deixar no lombo de uma pessoa maldosa e totalmente  irresponsável.

 
Mas, como disse, peço sinceras desculpas ao leitores. Eu não sou bandido, não sou marginal e nem tenho mais idade para querer resolver as coisas desta maneira. Vontade dá, mas não posso e nem devo. Para isso existe a Justiça, e que certamente apurará quem tem ou não razão neste triste episódio.

 

 

Certeza da impunidade

 
Porém, o que mais me indigna e revolta neste caso, mais uma vez – e que dá vontade de fazer uma besteira com um mequetrefe destes – é a certeza total que ele tem da sua impunidade. Não bastaram apenas os milhões e milhões de reais que ele desviou da prefeitura.

 

Hoje este sujeito, um verdadeiro delinquente da vida pública, se vangloria de ser amigo pessoal e homem de confiança do promotor – o que eu duvido – pouco se importando com o vasto patrimônio que possui e que foi colocado em nome de laranjas. Sinceramente, não entendo porque até hoje o MP local não tomou providências contra o ex-prefeito, sobretudo quando ao patimônio criminoso por ele construído em cima do dinheiro público.Mas o promotor não é mais criança e deve saber o que faz e porquê faz.

 

A arte de caluniar pessoas de bem

 
Ademais, ele já caluniou e continua a caluniar todos os seus adversários, como se santo fosse ou como se não houvesse Justiça em Porto Seguro, além de usar sua rádio palanque para fazer campanha politica diariamente, de forma criminosa e extemporânea. Será que a nossa Justiça não vê isso?

 

Quem não lembra, por exemplo, o que ele e o seu rato de esgoto amestrado tiveram a coragem de fazer na última eleição, quando tentaram passar à população que a família Nascimento – leia-se Beto Axé – teria envolvimento na morte do ex-gerente Carlinhos Axé Moi, para supostamente não lhe pagar seus direitos trabalhistas? Isso é coisa de gente decente?

 
Fora, é claro, as diversas acusações levianas feitas contra o ex-vereador Jorge Caminha, o ex-prefeito de Teixeira de Freitas, Timóteo Britto, e tantas outras pessoas. Para a rádio palanque não existe compromisso com a verdade e o bom senso. O negócio deles é só fazer politicagem em cima de politicagem, e que se exploda os ouvintes, as vítimas dos ataques e a dor de suas famílias.

 
É isso que mais revolta e me leva a pensar em fazer justiça com as próprias mãos. Mas, primeiro eu tenho um Deus, em quem confio e acredito. E, segundo, um pai muito amado de 78 anos e uma mãe de 71 anos, gente honesta, que trabalhou a vida toda e que não merecem ver seu filho com graves problemas na Justiça por ter perdido a cabeça e acabado com um ex-prefeito ladrão e corrupto.

 
Agora, que o sujeito sequer se atreva a me olhar  atravessado ou ao menos insinuar qualquer coisa em minha presença. Todo homem tem o seu momento de loucura e o seu  limite de paciência. Quem procura demais, um dia acha. A biriba funciona e só quem conhece seus efeitos   sabe do que falo. Fosse isso há uns 15 ou 20 atrás, quando eu era um desmiolado e muito mais valente do que sou hoje, ai, ai, eu ia encontrar o sujeito na porta da casa dele. Queria ver se esta cidade não iria ficar pequena para nós dois. Para quem passou pelas coisas que já passei em minha vida, resolver uma situação com um sujeito destes se resolve com uma mão para trás.

 

Mas Deus continua no comando de tudo. O humilhado será exaltado.  Quem é do bem é do bem. Quem é do mal é do mal.

Gravação e montagem da conversa foram absolutamente criminosas

Advogados das mais diferentes matizes são unânimes em afirmar que a situação jurídica do ex-prefeito corrupto se complica ainda mais a  cada dia que passa. No caso da tal “gravação”, ela não teria valor jurídico nenhum para Justiça, além do que teria sido editada por um profissional que trabalha junto à rádio palanque.

 
Explica-se: qualquer técnico em gravações sabe perfeitamente que existe um programa de computador onde edita-se uma conversa do jeito que a pessoa quiser ou que o patrão manda. Muito simples: extrai-se uma frase dali, outra daqui, corta-se o que não interessa e forma-se o diálogo que quiser.

 
Sinceramente, não me lembro com exatidão o teor da minha conversa, mas creio piamente que a parte que diz “foi Abade que matou os professores”, foi extraída de um outro contexto, sendo acrescentada, logo em seguida, a frase “disso eu não tenho a menor dúvida”.

 
Pelo sim, pelo não, todas as medida judiciais já estão sendo tomadas e a Justiça em breve deverá me conceder o inegável  direito de resposta na rádio palanque, além do que será exigida a cópia original de toda a conversa, a qual será realizada, a pedido dos meus advogados, uma perícia técnica.  Que a cobra vai fumar, ah, isso vai. Quem viver verá!

As diferenças entre uma gravação honesta e uma gravação criminosa

Alguns leitores desonestos e anônimos  – poucos, é verdade – tentam comparar as gravações feitas por este escriba em 2003 e as recentes montagens divulgadas  pelo Traste. Ora, ora, querer comparar os dois fatos chega a ser desonesto e até mesmo hilariante.

 
Quando eu filmei Roberta, era inimigo pessoal e declarado do ex-gestor, ele  era prefeito em exercício da cidade, envolvido num esquema criminoso de desvios milionários de verbas públicas e me oferecia propina para calar o jornal. Tudo isso depois de ter fechado, de maneira cruel e perseguidora, minha única fonte de renda, que era a Cachaçaria Colônia Brasil e que já funcionava há mais de 12 anos em Porto Seguro. Além disso, como muitos sabem, não permiti que a PF prendesse nem Roberta e nem Gabiru.

 
Objetivos políticos e criminosos

 
As “gravações” divulgadas  agora, além de serem criminosas e fruto de montagem, foram realizadas dentro de um contexto totalmente diferente, onde haviam muitas especulações à época sobre a participação ou não do prefeito nos crimes, sendo que o próprio e insuspeito juiz Roberto Costa o inocentou de qualquer acusação.

 
O que se observa é que tais revelações foram guardadas durante mais de 2 anos com o objetivo único de criar um fato “novo” e um clima de guerra em pleno ano eleitoral. Fosse um sujeito decente e bem intencionado, o Traste teria entregue tais gravações ao MP imediatamente após  o fato, como eu fiz.

 
Aliás, eu não só entreguei imediatamente as imagens  como também denunciei o caso à promotora e ao delegado da PF à época com antecedência. Não usei as imagens como autopromoção e nem com interesses políticos, não caluniei ninguém, não forjei provas e fiz apenas aquilo que qualquer jornalista honesto teria feito.

 
Portanto, querer comparar os dois fatos, mais do que uma desonestidade explícita, é sinal de extremo mau caratismo de quem assim pensa. Comentários maledicentes definitivamente não me atingem. Deus continua  no controle de tudo.

Atenção autoridades, políticos e empresários: muito cuidado! O Traste enlouqueceu de vez e anda gravando conversas até de assombração

Eu já estava em casa, preparando minhas iscas vivas para pescar robalos – tuviras – quando acabo de receber um telefonema de uma pessoa muito próxima ao ex-prefeito corrupto, e que fez questão de me telefonar para fazer uma importante revelação.

 
Segundo a informação, o Traste, após a briga com Roberta e sabendo que não poderá ser candidato,  realmente perdeu de vez a compostura, se é que algum dia ele teve ao menos resquícios dela.

 
A informação é que ele tem gravado praticamente todo mundo, não escapa ninguém. O objetivo é chantagear as pessoas quando ele sentir necessidade. Na sua lista estariam inclusos o deputado  Jânio Natal, o prefeito de Eunápolis, Robério, o empresário Carlos Humberto e até mesmo – pasme, caro leitor – possivelmente o promotor Dioneles Leone Santana Filho, o ex-secretário Eudes Faria, além de vários de seus próprios  candidatos a vereador.

 
Caso se confirmem as informações, é caso de cadeia imediata para este elemento. Em todos os casos, fica o alerta: nunca converse nada sério ou comprometedor com o ex-prefeito, porque o desespero que tem se abatido sobre ele é grande.

 

 

Sem chance nenhuma

 
Outra informação, quentíssima: segundo um dos principais advogados do ex-prefeito, mesmo que o Projeto Ficha Limpa seja totalmente anulado e tornado sem efeito pela Justiça, sua situação é incontornável, pois ele foi condenado até agora em 6 convênios pelo TCU, com sentenças já transitadas em julgado – fora vários outros ainda a serem julgados -  e sua participação na próxima eleição só seria possível se fosse mudada a Constituição Federal. Ou seja, simplesmente impossível ele ser candidato, apesar de continuar mentindo para seus próprios correligionários.

 
Pelo jeito, só mesmo a velha e tradicional biriba para colocar este cidadão na linha. Ou não?

O delírio e o desespero de um canalha.

Acabo de ouvir e gravar o programa do Traste e do seu rato de esgoto amestrado. Sem palavras. Lamentável. Indecente. É o mínimo que posso dizer da montagem e da fantasiosa versão apresentada pela dupla de farsantes.

 
Mais uma vez o ex-prefeito demonstra o nível a que é capaz de chegar para tentar incutir uma mentira na população e, de quebra, me incriminar.  Os fatos, datas e épocas,  foram totalmente invertidos. De forma proposital, tendenciosa e criminosa, é claro. Explico.

 
Minha conversa com o ex-prefeito se deu, na verdade,  menos de 60 dias depois dos assassinatos dos professores. Isso aconteceu, salvo engano, em outubro ou novembro de 2009, logo após os crimes, quando o clima na cidade era de incertezas, especulações  e acusações diversas. Conforme ele mesmo garantiu aos ouvintes, portanto, há mais de 2 anos atrás.

As “acusações” contra Abade

 
Acontece que, pus-me, de fato,  como todos os leitores sabem, a investigar os crimes, sendo informado, por alguns partidários do vice-prefeito Miguel Ballejo   – eu não presenciei nada, exceto o episódio no show de Victor e Leo,  e que foi desvirtuado totalmente pelo ex-prefeito, uma vez que Abade não mandou bater em ninguém – que o prefeito Abade estaria envolvido numa série de crimes de mando político.

 
Conforme expliquei aos leitores ontem aqui no Blog, a riqueza de detalhes era tanta, que realmente cheguei a acreditar inicialmente que as informações contra o prefeito seriam verdadeiras. Tanto que remeti cópia de tais acusações ao promotor Dioneles – com quem na época não estava conversando – e entreguei outras cópias, pessoalmente, com o mesmo teor, ao juiz Roberto Costa de Freitas Júnior e ao delegado da PF Fernando Peres, e que, estando de mudança para Salvador, me recomendou que procurasse e entregasse as informações ao novo delegado da PF, Dr. Renovatto, o que de fato fiz, passando praticamente uma hora conversando com o mesmo sobre o assunto, sendo por ele informado que a PF não poderia entrar no caso, por se tratar de crimes comuns e de alçada da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual.

 
A premiação do carro

 
Cheguei a oferecer, à época, um Fiat zero Km para quem pudesse me fornecer informações detalhadas e cabais sobre o caso, fosse quem fosse o culpado, conforme publiquei e ofereci aqui no Blog. Lembram?

 
Pois é. Só que, depois de muito andar, confrontar informações  e investigar o caso, cheguei à conclusão que a maioria das acusações contra o prefeito e Edésio – sobretudo as mortes dos professores – eram motivadas por uma intensa disputa pelo poder. Tanto isso é verdade que um ex-secretário de Abade, ligado a Miguel, chegou a procurar o ex-presidente da Câmara, Carlito Martins, fazendo-lhe propostas no sentido de cassar o mandato do atual gestor.

 
Esquecidinho

 
O que o ex-prefeito esqueceu de relatar em sua “bomba” – tem mais é que rir de um  idiota e mentiroso   destes – é que ele, logo após as mortes dos professores, garantiu-me, pessoalmente,  que, mesmo que não fosse o prefeito e Edésio os culpados, ele iria “colocar os crimes na conta deles pela vida toda”.  Isso ele me disse de forma bem clara e está até testemunhado em juízo por mim. Aliás, isso ele não falou somente a mim, mas a muitas pessoas, tal o cinismo e descaramento com que lida com a vida dos outros.

 
A verdade

 
Só que o leitor atento haverá de lembrar que as mortes de Álvaro e Elisney ocorreram em setembro de 2009 e as investigações policiais foram relatadas somente alguns meses depois, sendo que a audiência na qual testemunhei os fatos por mim investigados se deu, salvo engano, quase um ano depois das acusações iniciais formuladas pelo MP, e que resultaram na prisão dos quatro acusados.

 
Foi neste período, ou seja, entre as mortes, o indiciamento, a prisão dos acusados e as audiências que o jornal chegou à conclusão que as acusações eram absolutamente fantasiosas. O que não me faltam são diversos  testemunhos, e-mails, depoimentos e gravações de vídeo onde várias pessoas envolvidas na trama desmentem seus depoimentos supostamente prestados à polícia.

 

Não foi o jornal que inventou versão nenhuma. São fatos e testemunhos – ao meu ver incontestes – de que vários depoimentos foram forjados no sentido de incriminar Edésio e os PMs. Foi isso que o jornal sempre defendeu e continua a defender.

Tudo às claras

 
Assim sendo, de posse das novas informações e que desmentiam cabalmente as acusações contra os acusados – conforme mostrei parte dos e-mail ontem – eu imediatamente comuniquei ao juiz Roberto Freitas que aquilo cheirava armação contra os acusados. Inclusive, com relação às ‘informações’ que eu havia lhe repassado e que me foram garantidas por partidários do vice Miguel Ballejo, embora, repito, nem ele e nem Jânio Natal – pelo menos ao que eu saiba – teriam tido qualquer participação no episódio das falsas informações. Na verdade, quem articulava a queda de Abade era a raia miúda do governo Jânio Natal e que preferia  Miguel no comando da prefeitura.

 
Tudo isso está devidamente documentado e poderá ser testemunhado pelas autoridades citadas. Não tenho e nem nunca tive absolutamente nada a esconder de ninguém.

 
O meu depoimento em juízo

 
Quando fui interrogado pelo juiz e pelo promotor, o que fiz eu, então? Obviamente relatei que em minhas investigações tinha descoberto mais mentiras do que verdades, e que eu pouco poderia acrescentar para a elucidação do caso, pois, se soubesse algo realmente revelador, já teria estampado na capa do jornal, fosse quem fosse o mandante ou os autores da barbárie.

 
Não falei nada sobre as acusações feitas pelo grupo de Ballejo porque elas nada tinham a ver com os crimes dos professores e, na verdade, eu não havia presenciado os supostos rompantes do prefeito Abade, além do que tinha descoberto – e me convencido -  que estava sendo usado e enganado pelo grupo que queria promover o impeachment do prefeito.

 
Meu depoimento à Justiça foi extremamente lúcido, equilibrado, cristalino e não distorci absolutamente nada. Tanto isso é verdade que o juiz Roberto nem considerou o pedido do promotor – que na época estava uma fera comigo – para que eu fosse processado por falso testemunho.Falso testemunho eu teria dado se tivesse levado a juízo informações falsas e que não correspondiam à realidade. Não foi o que aconteceu.

 
Tudo armação

 
Toda esta montagem e a  gravação criminosa exposta pelo ex-prefeito, mais de 2 anos depois da minha conversa inicial com ele, conforme me garantiu ontem um conhecido deputado da região – que já foi muito amigo do ex-prefeito -  é apenas mais uma tentativa do Traste para tentar me incriminar na Justiça e calar a voz do jornal Topa Tudo, único veículo de comunicação da cidade que há anos vêm denunciando a roubalheira e as mentiras veiculadas diariamente na sua rádio palanque. Além, é evidente, de acabar com o prefeito Abade.

 
O Traste já tentou me corromper e sabe perfeitamente que não compactuo com seus métodos sujos e corruptos de fazer política. Ele me ofereceu foi 200 mil reais para calar o jornal durante o escândalo que atingiu seu governo. Meu único arrependimento – ah, se arrependimento matasse – foi não ter deixado a Polícia Federal prender o rato de esgoto amestrado e Roberta. Nem falo tanto por Roberta, porque apesar dos pesares, sobretudo em consideração à sua família,  a respeito como pessoa e ela nunca me fez mal algum.

 
Mas verdade é, e tem muita gente de prova que falo a verdade, que não deixei a PF prender o tal Gabiru e a Roberta em flagrante. Teve gente, à época, que brigou comigo e que até hoje joga isso na minha cara. Sempre aleguei que eu jamais permitiria que pessoas inocentes – mas nem tanto, é claro  – não deveriam ser presas por atos que elas não cometeram, afinal, estavam me oferecendo e levando propinas a mando do ex-prefeito corrupto. Como eu poderia deixar a PF prender os intermediários e deixar o mandante do suborno livre?

 
E hoje, caro leitor, o que eu recebo destas pessoas é exatamente ao contrário. Fizeram uma montagem criminosa de onde extraíram a apenas a parte que lhes interessava divulgar. O que eu disse sobre o prefeito Abade, no sentido de que tinha a certeza inicial de que ele seria o mandante, eu sempre deixe claro aos leitores e, sobretudo, ao próprio gestor. Por que, então, somente agora, mais de 2 anos depois, tal “revelação” foi feita? Ora, só não percebe que isso se trata de mais uma armação, molecagem  e jogo sujo do Traste quem não quer.

 
Deus no comando de tudo

 
Para encerrar de vez esta verdadeira cachorrada sofrida mais uma vez no dia de hoje – ele já disse que recebi carro de Robério em Eunápolis para 2 dias depois dizer aqui que recebi de Abade, além de várias outras acusações – quero deixar bem claro aos leitores que ratifico e reitero neste momento toda a minha certeza da inocência do prefeito Abade e dos demais acusados. Se houve crime de mando político, com certeza, não foram eles os autores.

 
Quero deixar também bem claro que não me sinto atingido em nada, que o caso certamente irá parar na Justiça e que no final todos saberão que se trata, mais uma vez, de uma grande mentira e maldade do Traste para atacar o prefeito e tentar me desmoralizar publicamente.

 
Minha vontade pessoal, confesso, era dar um remedinho que há anos o ex-prefeito faz por merecer. Cheguei a comprar, ontem,  uma vara de biriba para mostrar a este moleque que todo homem tem o seu limite de paciência. Graças aos pedidos dos amigos e às muitas orações que tenho feito, resolvi, mais uma vez, entregar tudo nas mãos de Deus.

 
Em todos os casos, a biriba continua bem guardada e carinhosamente aparada no tamanho certo para o lombo dele, mas, mesmo assim, ainda prefiro entregar tudo nas mãos de Deus, que tudo sabe, que tudo ouve e que acompanha até os pensamentos de cada um.  Ele haverá de fazer justiça na hora certa e no tamanho exato. Agora, se ele tiver colhões e quiser resolver seus problemas pessoais  comigo de uma vez por todas, na próxima segunda-feira retorno à faculdade, onde poderemos nos encontrar cara a cara diariamente.  Que o prezado leitor me perdoe, mas este verdadeiro pústula humano tem passado dos limites há muito tempo

 
Que ele me aguarde

 
Mas, apesar de tentar e de me esforçar para evitar um problema mais sério, evidentemente não vou recuar um milímetro em minhas convicções pessoais, além do que, na semana que vem, estarei publicando um novo vídeo e uma nova matéria bombástica que, se houver justiça realmente nesta cidade, certamente haverá de levar o ex-gestor muito em breve para cadeia. Tudo filmado, gravado e testemunhado por pessoas idôneas. Ele que prepare seus advogados porque o chumbo que vem pela frente será grosso.

 
Segundo advogados, esta nova denúncia, sim, será tiro e queda,  e o final melancólico de um ex-prefeito corrupto acusado de desviar milhões e milhões de reais dos cofres públicos.

 
Tal qual o apóstolo Paulo, continuarei a combater o bom combate. Canalhas como o Traste, ao invés de me intimidar, só me fazem redobrar as forças e a vigilância.
Até segunda-feira, prezado leitor. Vou pescar uns robalos e esfriar a cabeça, que eu ganho muito mais.

Arnaldo Jabor: Os canalhas nos ensinam mais

 

 

Nunca vimos uma coisa assim. Ao menos, eu nunca vi. A herança maldita da política de sujas alianças que Lula nos deixou criou uma maré vermelha de horrores. Qualquer gaveta que se abra, qualquer tampa de lata de lixo levantada faz saltar um novo escândalo da pesada.

Parece não haver mais inocentes em Brasília e nos currais do País todo. As roubalheiras não são mais segredos de gabinetes ou de cafezinhos. As chantagens são abertas, na cara, na marra, chegando ao insulto machista contra a presidente, desafiada em público.

Um diz que é forte como uma pirâmide, outro que só sai a tiro, outro diz que ela não tem coragem de demiti-lo, outro que a ama, outro que a odeia. Canalhas se escandalizam se um técnico for indicado para um cargo técnico. Chego a ver nos corruptos um leve sorriso de prazer, a volúpia do mal assumido, uma ponta de orgulho por seus crimes seculares, como se zelassem por uma tradição brasileira. Leia Mais

‘Essa é a pior gestão que Salvador já teve’, diz governador em exercício

 

‘Os deputados que vieram para o PSD sabem que não vou pedir cargo’, diz Otto

O governador em exercício, Otto Alencar (PSD) rebateu as informações de que seria candidato ao Governo do Bahia em 2014. Em contato com o Política Livre, ele afirmou que nunca pensou em sucessão. “Não sou candidato. O meu candidato é o candidato do governador Wagner”.

Otto também disse que “o PSD foi criado para se pautar dentro da democracia. Nunca me manifestei atrás de cargos e não autorizo nenhum correligionário a fazer isso em nome do partido. Os deputados que vieram para o PSD sabem que não vou pedir cargo e qualquer filiado que não se sentir liberado pode pedir para sair”, declarou o presidente da sigla na Bahia.

Otto também rebateu a possibilidade de apoio do prefeito João Henrique (PP) ao pré-candidato petista Nelson Pelegrino. “Não sou o Pelegrino, mas se fosse não aceitaria o apoio de João Henrique. Quem aceitar apoio dele vai ter que conviver com esse legado e a gestão dele deixa muito a desejar. Não falo em nome de Pelegrino mas, na minha opinião, essa é a pior gestão que Salvador já teve. Ela é uma administração temerária, desastrada e que já teve duas contas rejeitadas. Tem uma série de problemas, que vão desde de dívidas altas até sub-locação de poder. Primeiro ele se aliou ao PMDB e agora ao PP. Usar o meu nome para comprometer compromisso em 2014 eu não aceito”, concluiu Alencar. (Política Livre)

Motoboy pode passar a ser atividade perigosa

 

A proposta é do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ)

Projeto de Lei que tramita no Senado Federal quer enquadrar os serviços de mototaxista e motoboy na categoria de atividade perigosa, o que poderá resultar em adicional de 30% sobre o salário desses profissionais.

Hoje, segundo informações da Agência Câmara, apenas os trabalhos que envolvem contato com produtos inflamáveis e explosivos em condições de risco acentuado recebem essa classificação na lei.

De acordo com o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, o número de mortes ocasionadas por acidentes com motos quase triplicou em nove anos – foram 10.152 óbitos em 2010 contra 3.744 em 2002.

O Projeto de Lei (2865/11) passa agora pelas análises conclusivas das comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado. A proposta, do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), tramita em regime de prioridade. (Agência Estado)