O Dr. Dioneles anda muito atarefado: os detalhes que o promotor esqueceu de falar em sua entrevista à rádio palanque

Apesar das evidências em contrário, o promotor mantém sua tese acusação

Postei aqui há poucos dias atrás  a minha decisão de interromper qualquer problema de ordem pessoal com o promotor Dioneles, decisão minha, partida de mim e que achei por sensato tomar. Continuo pensando do mesmo jeito, embora, por dever de ofício e estrito conhecimento de causa, sou obrigado a lembrar aos leitores alguns pequenos esquecimentos do promotor em sua entrevista dada nesta última sexta-feira à rádio palanque.

Não sou advogado. Mas também não sou mais nenhum menino. Em primeiro lugar, ele esqueceu, por exemplo,  de lembrar que o relatório das movimentações financeiras de Edésio, fornecido pelo Coaf, em nada sequer robustecem as frágeis provas colhidas pelo MP. Ainda mais que os depósitos foram feitos todos em cheques, de fácil constatação entre emissor e beneficiário. SE houver qualquer relação com o caso dos professores, será fácil constatar, embora tudo não passe, a princípio, de mera especulação.

O promotor não lembrou, também, em sua entrevista, que as duas únicas testemunhas de acusação são dois traficantes pé rapados, tidos em seus meios como armadores e mentirosos, e que são várias as contradições já incorridas  pela dupla. Inclusive, um próprio ex-advogado da dupla se diz disposto a ser interrogado em juízo e esclarecer como ele foi convidado a se retirar da delegacia de Eunápolis, após ter chegado lá para soltar seus clientes.

Tal advogado garante, ainda,  que as mulheres da dupla foram chamadas pelo delegado Evy, que lhes repassou o telefone do advogado e ex-delegado Ruben Paturi, dizendo que ele seria o único capaz de liberar seus maridos, desde que elas, é claro, dispensassem o tal advogado, o que elas acabaram aceitando.  Inclusive, no processo aparece um ofício dirigido pela advogado ao juiz lembrando “que as promessas feitas pelo MP aos seus clientes não estavam sendo cumpridas”. Eu mesmo contatei o advogado Paturi, que confirmou a versão e  me falou cobras e lagartos da atuação do promotor e do delegado.

Quem matou?

Até hoje não se sabe, por exemplo, quem foram os autores reais dos crimes. O MP começou com uma tese, logo desmentida pelo jornal, de que os PMs foram infiltrados por Edésio para saquearem a administração pública e que Edésio seria envolvido com o tráfico de drogas. Nada disso restou até hoje provado e o promotor, aparentemente,  esqueceu as acusações. Depois,  ele acusou  que os PMs teriam sido os agenciadores, para, no final, as suas testemunhas  garantirem em juízo  que os réus foram na verdade os autores dos crimes. Em resumo: não se sabe em qual das teses acreditar. Se na primeira, na segunda ou na terceira.

Sumiço esquisito

O promotor não lembrou também aos ouvintes aonde foi parar, salvo engano, o inquérito policial de nº 101/10 ou 09, inquérito este no qual o delegado Renato Fernandes, de posse de uma ordem judicial, investigava a dupla, inclusive com escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, e que o delegado garante ter entregue pessoalmente ao promotor. Onde está este inquérito e cadê as gravações, senhor promotor?

Ora, se a dupla vinha mesmo sendo investigada há meses pela Polícia Civil e foi presa por ordem judicial, natural seria que as ofertas supostamente recebidas pelos acusadores tivessem sido interceptadas e gravadas ao menos uma vez só? Ademais, por que a dupla de acusadores não foi punida com rigor após a conclusão do inquérito, mesmo tendo afirmado em juízo que comandaria o tráfico de drogas na cidade e o pagamento de propinas aos próprios servidores do Judiciário?

Quer dizer, então, que para o nobre promotor as palavras dos traficantes só valem para incriminar os acusados, sendo eles absolvidos de todos os seus crimes anteriores? Aí, convenhamos, fica difícil dar crédito às acusações de uma maneira geral.

Grampos? Que grampos?

Outra coisa que o promotor  esqueceu de falar sobre suas descobertas foi com relação aos grampos telefônicos. Os grampos aconteceram, sim, e só foram descartados pelo juiz porque eles comprometiam diretamente a decisão tomada pelo Dr. Roberto, sobretudo no sentido dele ter autorizado o grampo no telefone do próprio prefeito Abade, o que é ilegal, eis que tal autorização só poderia ser dada pelo Tribunal de Justiça, uma vez que o prefeito detém a prerrogativa do foro especial.

Mas não custava nada, por exemplo, o promotor ter esclarecido aos ouvintes que as tais gravações não passaram de balelas e fogo de palha para satisfazer a uma claque bem decidida a fazer justiça por seus próprios meios e imaginação. Tanto isso é verdade que não existe uma linha sequer – e eu detenho todas as escutas em meu poder – capaz de comprometer ou ao menos de insinuar a participação de qualquer um dos acusados nos crimes.

E o IPM, senhor promotor?

Outro grande lapso de memória do promotor, este creio que até mesmo imperdoável, foi ele ter esquecido e ignorado completamente o resultado do Inquérito Policial Militar realizado rigorosamente pela PM e que excluiu, em alto e bom som, a participação dos PMs nos crimes que lhes foram imputados. Nada, absolutamente uma linha sequer das acusações feitas pelo MP foi confirmada pelas investigações  da corporação.

Ah, mas também, vá lá, vai ver que esta polícia militar  baiana, a SSP e o governo do Estado são todos uns corruptos mesmos e que Abade os cooptou, como cooptou a mim para defende-lo. Até parece.

Imperdoável também foi não lembrar que as principais testemunhas de defesa dos acusados, no caso o prefeito Abade – que estava num velório no momento dos crimes, na companhia de Rodrigues – e o coronel Maurício – para quem Geraldinho, de serviço, na hora dirigia – jamais despertaram o interesse de ao menos serem ouvidos pelo MP.

Que Justiça é esta que dispensa testemunhos tão importantes para a defesa? E por que o delegado Renato Fernandes foi proibido de falar sobre as investigações que fazia, sendo transferido, às pressas, para o sertão da Bahia, sendo que possuo e-mail enviado por ele dizendo que estou absolutamente certo em minhas convicções e que tudo não passou de uma grande farsa policial?

O senhor quer, seu  promotor, eu apresento os documentos e vídeos que possuo. Embora ver se estou inventando alguma coisa ou distorcendo os fatos. Por que até hoje a Polícia Civil da Bahia não me ouviu ou sequer me processou – como o senhor disse que tenho vários processos e inquéritos – para mim ter a oportunidade de mostrar o festival de contradições que o inquérito encerra?

Qual o interesse da polícia baiana em esclarecer o caso? Aliás, o senhor, como os olhos e ouvidos da sociedade, deveria ser o primeiro a exigir que a Polícia Civil desse continuidade às investigações. Quem sabe assim, ao invés de pescar lambaris na curva do rio calmo e frondoso, o senhor pegasse um grande tubarão em alto mar e  virasse herói da cidade?

A Polícia Civil está simplesmente descumprindo uma ordem judicial e o promotor assiste a tudo calado, é? E digo mais: sabe quando vão mexer neste inquérito, só mesmo quando mudar a cúpula da Policia Civil ou o governo do Estado.  Se não mexeram até hoje não será agora que irão mexer.

Queima de arquivo? Desde quando?

O mesmo esquecimento se dá, por exemplo, na tese de queima de arquivo. Ou será que o nobre promotor ignora que foi prestado um depoimento em juízo, dado pelo primo da testemunha Marcelo Caolho, no qual ele desmente toda esta possibilidade e esclarece, em detalhes, como seu primo mandou matar Pequeno, e depois mandou matar o assassino de Pequeno, o tal Rodrigo Terceiro. Isso pode não estar nos autos e nem estar no mundo jurídico, mas certamente deverá ficar na consciência do promotor.

Tenho certeza de que o promotor, atribulado em suas tarefas, deve ter esquecido este detalhe fundamental no processo. Ora, quem fala é  justamente quem esteve presente aos fatos e a sua palavra não tem validade nenhuma, é?

Sem lógica nenhuma

Outro detalhe que passa desapercebido pelo promotor é com relação à autoria dos crimes. Se houve um mandante, por óbvio houveram os executores. Afinal, quem foram eles? Segundo o promotor, foi Pequeno, Rodrigo Terceiro, Danilo e Junior. Já, segundo as duas únicas testemunhas do MP, foram Sandoval, Rodrigues, Caveirinha e Pequeno.

O juiz Roberto preferiu se afastar do caso e pediu transferência para Eunápolis.

O juiz Roberto preferiu se afastar do caso e pediu transferência para Eunápolis.
Só que Danilo e Junior continuam livres, leves e soltos. Inclusive, o Junior  se apresentou em outubro do ano passado ao delegado Evy, em Eunápolis, foi ouvido, passou 30 dias preso e foi liberado sem sequer ter sido ouvido pelo promotor ou por um juiz de Direito. Nem ao menos para convencimento pessoal do Dr. Roberto. Isso sendo ele apontado como um dos autores das mortes dos professores. Ele foi solto pelo juiz e encontra-se em liberdade provisória, sem nunca ter sido ouvido por uma autoridade ao menos mais graduada e interessada em esclarecer o caso.

É dele, por exemplo, o depoimento de que quem mandou matar Pequeno foi seu primo, Marcelo Caolho, por motivos passionais. Ele também garante, a exemplo de Danilo, que Rodrigo Terceiro jamais poderia ter sido contratado por Pequeno para matar os professores, pois ambos eram inimigos declarados  e jurados um ao outro de morte. Só isso aí desmonta toda a tese de queima de arquivo.
Pergunto: sou eu que estou inventando isso, ou existe um depoimento prestado em juízo alegando tais fatos?

Pego na mentira

O promotor Dioneles também esqueceu que o tal Marcelo Caolho, que garantiu ter gravado e filmado todos os seus encontros com os PMs, quando apertado pelos advogados de defesa, recuou, tremeu nas bases e disse que havia deletado as imagens do seu computador. Mas a foto que ele teria salvado de  Edésio em seu computador, ah, esta sim tem validade como se ouro fosse. Ora se o Direito se deixar levar por tais argumentos não se vê outra utilidade que não seja jogar no lixo da história todos os ensinamentos jurídicos e que vêm sendo aperfeiçoados ao longo da trajetória  da humanidade.

Quem foi que disse isso?

Outros esquecimentos no mínimo relevantes por parte do promotor foi a tese de que os professores foram chamados ao sítio e lá recebidos à bala pelos pistoleiros. Não é o que dizem, por exemplo,  as testemunhas. Tanto a mãe quanto o irmão de Álvaro falam que levou entre um a três minutos entre o tempo da chegada dos dois educadores e o início dos tiros. Também passou despercebido pelo promotor a declaração feita por uma enfermeira da antiga Clínica Nossa Senhora d ´Ajuda, e que alertou a mãe de Álvaro que seu filho estava com uma mancha roxa enorme na região escrotal, fruto provavelmente de uma briga.

O combativo promotor não investigou também a possibilidade de que Álvaro estaria carregando consigo dinheiro vivo da APLB, uma vez que a associação estava com problemas nos bancos e havia recém-saído de uma administração tumultuada com o professor Keo Portela. A informação que se tem é de que Álvaro estava circulando com dinheiro vivo da entidade. Se é verdade ou não, uma investigação do MP certamente esclareceria.

Ah, tem mais: em plena audiência,  o traficante usado pela acusação disse que acompanhava a política desde o tempo de Parracho. Ele com 29 anos, sendo que o saudoso Parracho havia, à época, sido prefeito há 34 anos atrás.

Também fiquei sem entender quando o promotor afirmou que existem investigações feitas pelo delegado Evy contra a minha pessoa. Se as têm, que apresente-as. Não devo nada a delegado nenhum, não me envolvo em falcatruas e nem receio ser investigado seja lá por quem for. Garanto que movimentações “atípicas” não surgirão em minhas contas bancárias. Também jamais chamei o promotor de criminoso. Apenaas o denunciei porque fui acusado por algo que não cometi sem sequer ter sido ouvido, o que é um direito inalienável  meu. Ora, se eu não puder recorrer de uma decisão absurda vou fazer o quê? Ficar calado até ser prejudicado irremediavelmente é que não.

Só espero que o promotor Dioneles saiba separar as coisas e respeite ao menos o meu trabalho, como estou me esforçando ao máximo para respeitar o seu. Não sou de ficar inventando histórias sem pé e nem cabeça. Eu não me chamo Ubaldino e muito menos Tarcizo Vieira para ficar de lambe-lambe com autoridades. Respeito a Justiça e nunca me furtei ou me furtarei à ela. Pelo contrário, sempre procuro ajudar e a colaborar para que se faça justiça nesta cidade. Os criminosos precisam ser punidos. Desde que os fatos me convençam.

Se Edésio foi realmente o mandante, que seja punido.  Se sua movimentação financeira é atípica e fruto de fraudes contra a administração pública, que também pague pelos seus atos.  Mas com provas e não com politicagens engendradas por um ex-prefeito reconhecidamente corrupto e ladrão. Ninguém pode estar acima da lei e muito menos desejar o mal para pessoas inocentes.

Espaço total

Ah, e para encerrar, quero deixar bem claro que o Dr. Dioneles sempre teve e sempre terá espaço em nosso jornal,  jamais lhe sendo cerceado o direito de resposta ou de defesa, a hora e o dia que ele quiser, mesmo que eu não concorde com sua maneira de encarar o caso dos professores. Ora, este sempre foi um princípio profissional meu.  Afinal,  a  gente joga limpo, senhor  promotor.

O que eu escrevo aqui eu falo, assumo e sustendo em qualquer tribunal do júri. Dez Evy para me investigar ainda  é pouco. Eu só lamento tudo isso porque fica parecendo que o jornal inventou todas as acusações sobre a uma possível farsa policial ao seu bel prazer. É exatamente isso que a rádio palanque tenta passar à população e, o que é bem  pior, com o apoio total do promotor. Aí fica difícil aceitar a tudo calado. Quem bem conhece a raça do Traste e dos seus asseclas sou eu.

Outro detalhe final:  também faz parte do papel do  MP fiscalizar bens escondidos da Justiça e fazer com que políticos corruptos ressarçam os cofres públicos. Até agora nenhuma palha sequer, por exemplo, foi movida contra o dono da rádio palanque, apesar das fontes de renda constantemente denunciadas pelo jornal.

Itabuna: Justiça afasta vereadores após denúncia do Ministério Público

 

Vereadores são afastados após acusação de desvios

Os vereadores Roberto de Souza, Clóvis Loiola e Ricardo Bacelar, de Itabuna, foram afastados, na noite da quinta-feira, da Câmara. O afastamento foi conseguido, através da Justiça, pelo promotor Inocêncio Carvalho. Os três vereadores são acusados de desviar cerca de 3 milhões de reais em 2009 e 2010. O juiz da Vara Cível, Comercial e da Fazenda Pública de Itabuna, Gustavo Pequeno, deferiu o pedido de afastamento.

Os supostos desvios teriam acontecido no período em que Loiola ocupou o cargo de presidente da Câmara. Bacelar, Loiola e Souza são acusados também pelo MP de fraudarem processos licitatórios, fazendo a contratação de serviços para a Câmara. As informações são do Radar Notícias.

Pegando Edésio de bode expiatório de novo

O ex-secretário garante estar preparado para enfrentar novamente o MP e qualquer devassa em suas contas bancárias.

 

Eu já sabia da notícia deste a semana passada, quando o Traste começou a espalhar o conteúdo de uma conversa sigilosa supostamente mantida com o promotor Dioneles, na qual ele – o promotor – ainda teria lhe garantido que não o importunará na próxima eleição municipal, deixando sua candidatura correr solta, papel que  eu duvido muito que o promotor, uma pessoa séria,  iria se submeter, ainda mais com um político “atípico” como ele .

 

Cheguei até a alertar a Edésio sobre o assunto. Só não quis adiantar nada aos leitores para não me indispor ainda mais com o promotor, com quem não quero mais ter problemas. Ademais, o que a Traste fala não se escreve.
Verdade é que a recente denúncia de que o ex-secretário teria feito movimentações “atípicas” em sua conta bancária, após ter sido preso, tem outras nuances e que não foram levadas a público.

 
A verdade como ela é

 
Primeiro, Edésio foi o primeiro a pedir e a propor a quebra, durante sua audiência,  do seu sigilo fiscal, telefônico e bancário. Segundo, ele garante ter suas movimentações bancárias declaradas no Imposto de Renda, com declarações na base de lucro de  200 mil reais anuais  desde 2005,  e que eventualmente  já vivia há um bom tempo de pequenos agenciamentos de factoring (troca de cheques), conforme me foi testemunhado pessoalmente por alguns servidores da Assembleia Legislativa do Estado. Isso é fato. Qualquer um na Assembleia sabe disso. Não custa nada a o promotor investigar.

 
De acordo com Edésio – e eu acredito plenamente em suas palavras, sobretudo pela sua incontestável inocência no caso dos professores – é muito simples para o MP identificar de onde e por que saíram os cheques de sua conta. Não houve movimentação em dinheiro vivo. Descobrir de onde saiu e por que sairam os cheques é coisa mais fácil do mundo.

 

 

Fantasias
“Esta movimentação é absolutamente fantasiosa, pois ela computa as entradas dos mesmos valores em minha conta várias vezes. Trata-se apenas de movimentação e capital de giro, o que pode ser facilmente identificável em uma rápida análise dos dados. Daí a querer atrelar a minha movimentação bancária ao caso dos professores vai uma distância muito grande. Na minha conta não tem, por exemplo,  cheque depositado de origem ilícita, de corrupção ou algo parecido. Isso tudo é mais um jogo político para tentar atingir o prefeito Abade em ano eleitoral. Estou absolutamente  tranquilo e disposto a ter as minhas contas esmiuçadas pela Justiça. Espero até que elas sirvam para convencer o promotor da minha inocência. ”., garante Edésio, aparentando bastante  tranquilidade.

 
Sem novidades

 
Outra grande  verdade é que a exposição da movimentação bancária de Edésio  em nada acrescenta ao caso dos professores. Pelo contrário, não existe absolutamente nada nos autos que sugira a participação dele e dos PMs, a não ser, é claro, os depoimentos fajutos e forjados de dois traficantezinhos e homicidas.

 

Inclusive, não dá para entender como o tal Marcelo Caolho ainda continua solto, uma vez que existe um depoimento do seu próprio primo denunciando que quem mandou matar Pequeno, na verdade, foi o Marcelo e que depois ele teria mandado matar o autor da morte de Pequeno, o tal Rodrigo Terceiro. Isso foi amplamente denunciado pelo jornal e contado pelo informante à Justiça com riqueza de detalhes.

 

Ou será que alguém tem medo que Marcelo Caolho, acuado pelos fatos, resolva abrir o bico e contar como e por que mudou sua versão várias vezes após ter sido preso pela Polícia de Eunápolis?
A gravidade do caso dos professores é de tal ordem que ontem mesmo recebi recado de um eminente delegado de Polícia da nossa região, mandando me dizer que eu estaria absolutamente correto em minhas investigações.

 

Acrescentou o delegado à interlocutora da conversa; “o delegado Evy Paternostro tem um ódio mortal de Miro, pois Miro peitou e desmentiu ele no caso dos professores. Mas o Miro tem razão. Toda a polícia sabe que houve na realidade um assalto, com a reação das vítimas, e criaram toda esta tese de crise de mando político. Eu só não me identifico porque sou delegado e porque não posso enfrentar um delegado regional, mas Miro está totalmente certo em suas investigações e deve seguir em frente com a sua tese”, garantiu o delegado à fonte, sob a promessa de ter seu nome preservado.

 
Não preciso dizer mais nada. Apena me admira que o promotor insista na sua tese, e que, antes de fazer justiça aos fatos,  mais favorece a um verdadeiro pilantra como o Traste. Ele, sim, tinha que estar preso já há um bom tempo, senhor promotor, além de devolver parte do que levou dos cofres públicos. Por que o MP não se interessa em recuperar ao menos parte do dinheiro desviado é que eu ainda  não sei explicar.

 

 

Mas, fazer o quê? Também faz parte. Eles que são brancos e grandes que se entendam.

O jogo político dentro do TJ-BA

por Samuel Celestino

O jogo político dentro do TJ-BA

 

O Tribunal de Justiça da Bahia é uma casa política, sem, naturalmente, perder o seu foco jurídico. De certa forma, nos colegiados sempre se pratica política pelo poder e disso não escapa o TJ-BA, que se divide claramente em grupos, que acabam por conduzi-lo.

 
Como em todas as esferas, há os que mandam e os que são mandados. Esses últimos passam despercebidos, insípidos e inodoros, quando ocupam, sob comando, o poder. Terminam sendo apenas um mero retrato na parede da galeria dos ex-presidentes. É sempre assim.

 
O Tribunal baiano tem um grupo majoritário, cujas cartas são, ou eram, distribuídas pelo desembargador Carlos Alberto Dultra Cintra, que reina desde que assumiu a presidência, em 2002, ao derrotar o candidato de ACM, Amadiz Barreto que, ao perder, deixou de comparecer ao tribunal até se afastar definitivamente, sem deixar saudades. Cintra fez todos, ou quase todos para que não haja ressentimentos, os presidentes que o seqüenciaram.

 
Sentou praça, então, no Tribunal Regional Eleitoral, de onde foi duas vezes presidente. Sofreu a sua primeira derrota, justo dentro do TRE, com a queda de Daisy Lago, por um voto (18 a 17), para Sara Brito, desembargadora eleita. Nesse episódio, cometeu-se o desatino de tentar impugnar a eleição, recusada pelo pleno do TJ, na sessão de ontem. Daisy nem lá compareceu. Era candidata apoiada por Cintra.

 
A desembargadora Sara tinha o apoio de um grupo, à frente a desembargadora e ex-presidente Silvia Zariff, que, por sua vez, é adversária da presidente Telma Brito, que transfere o posto agora no dia 1º. de fevereiro. Ambas entram em clinch verbal público numa das sessões do pleno, em nível inaceitável, discussão que, aliás, foi gravada, segundo consta. A resposta de Zariff deu-se com a vitória de Sara.

 
O Tribunal Regional Eleitoral, com o resultado, irá fatalmente mudar de cara, porque caberá à desembargadora eleita (deverá ser presidente do colegiado) presidir as eleições municipais e, ainda, possivelmente com o seu grupo de apoio, encaminhar o seu sucessor para presidir as eleições de 2014.

Luta de MMA neste domingo na Passarela.

Depois de ter virado uma febre mundial, o MMA agora engloba também a participação de mulheres.

Tudo bem que não se trata de um Vanderlei Silva, Victor Belfort ou o Cigano, mas acontecerá neste próximo domingo, dia 29, em plena Passarela do Descobrimento, a primeira etapa do campeonato brasileiro feminino de MMA, cujo Pampa, ex-jogador de vôlei,   é o responsável pela sua realização.

 
Por enquanto não sabemos quantas serão as lutas e nem quem serão as lutadoras, mas o evento terá início às 21 horas e o ingresso, limitado a uma arquibancada  de 2000 lugares, será um quilo de alimento, destinados à uma campanha contra as drogas e à pedofilia.

 

Mais uma

Já em fevereiro, será a vez de Porto Seguro sediar uma importante etapa  do campeonato brasileiro de motocross, desta feita a ser realizada no Arraial d´Ajuda. Para tanto, só falta o prefeito dar o seu ok final.

 
Lamenta-se apenas que a imprensa, muitas vezes, é a última a ficar sabendo. Que o diga a programação do Carnaval 2012.

Quando digo que o prefeito Robério só tem a careca de bobo…

Alertei os leitores que amanhã, dia 27, a partir das 17 horas, seria a vez de Robério mostrar seu cacife eleitoral para as eleições que se aproximam. Conforme por mim apostado, ele não deverá ser pequeno. Pelo contrário, pode até surpreender.

Acostumado a organizar – e muito bem – eventos pelo Brasil afora, o prefeito e a deputada Cláudia Oliveira esperam receber no mínimo .2500 convidados para o lançamento do PSD baiano.

O evento também vai mostrar aos participantes e convidados a força da cultura portossegurense, com apresentações de grupos culturais locais, como a banda Cidade Elétrica, grupos de capoeira, danças folclóricas, cultura indígena, teatro etc.

O cantor e compositor Jauperi virá de Salvador para participar do evento, que terá a deputada estadual Cláudia Oliveira como anfitriã e a participação de políticos de todos os naipes, como o presidente estadual da legenda, o vice-governador Otto Alencar, o presidente nacional do partido, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, entre outros.

O ministro das Cidades Mário Negromonte (PP) e dezenas de representantes de outros partidos devem prestigiar o encontro.

Se vai ser melhor ou maior do que encontro de Jânio Natal na Boca da Barra, acho pouco provável, mas que com certeza vai dar de dez a zero na fraca e até mesmo ridícula  convenção do PMDB no Vela Branca, ah, isso vai. E Robério é brincadeira, é? Veja pequena parte da estrutura que está sendo montada:

Promotor joga duro e exige organização nas balsas

 

O promotor quer evitar privilégios desncessários a alguns usuários das balsas.

Serviço que há anos vem levantando a justa ira e a indignação de turistas e moradores – dos normais, é claro – por ordem e exigência do promotor Maurício Magnavita, os serviços de exploração das balsas terão que se adequar  às necessidades da população.

 

Em outras palavras: chega do balseiro só explorar, meter a fortuna que mete no bolso,  e dar ao usuário  sua contrapartida da pior maneira possível ou do jeito que bem entender, sem um banheiro sequer ou área protegida da chuva.

 
De acordo com o promotor Maurício, acabou-se, por exemplo, a pouca vergonha que distribuía 640 cartões com passagens grátis e preferenciais para servidores públicos, ex-autoridades  e amiguinhos ilustres dos balseiros – enquanto os simples mortais aguardavam horas intermináveis em filas de espera – número este que, segundo o Max Leonel, responsável pela reorganização do sistema,  acabou sendo reduzido para 80.

 
Além disso, pressionada pelo representante do MP, a prefeitura, em mais de 30 anos, prepara, pela primeira vez em sua história, a licitação dos serviços de transporte aquático, devendo ganhar as empresas que oferecem as melhores condições aos menores preços. Os usuários e turistas agradecem. Já havia passado da hora, seu promotor. Agora, para virar uma espécie de herói municipal,  só fica faltando mesmo a implantação do tão prometido taxímetro.

O diretor Max Leonel foi designado pelo prefeito para arrumar a bagunça que toma conta das balsas a cada verão.

Esta virose me derrubou mesmo

Ainda meio zonzo de tantos antibióticos e paracetamol, depois de quase 5 dias literalmente nocauteado, aos pouquinhos vou tentando retomar o ritmo normal de atividades. Filha da mãe. Isso não foi uma simples gripe de verão. Foi uma virose sem precedentes em minha vida.

 
Eu pelo menos não conhecia nada capaz de me derrubar cinco dias seguidos, esvaído entre febres, suores e dores espalhadas pelo corpo inteiro. Ainda bem que o hemograma deu como uma virose “normal”, afastando qualquer possibilidade de dengue ou algo ainda pior.

 

Mas como estou com a minha vida literalmente virada de cabeça para baixo, reinicio minhas atividades pelo ponto principal, deixando o Blog para tão logo eu possa sentar e raciocinar um pouco melhor. Começo, é claro, por uma ida desesperada aos bancos, ver o que posso fazer para saldar as dívidas que se acumulam.

 
Sim,  porque aqui o  rombo começa toda a semana em 5 mil reais. Se eu não conseguir nada  em uma semana, pula para 10, em duas para 15 e assim sucessivamente. Como eu já tenho uns 60 dias que não sei o que é a cor do dinheiro, aproximadamente  40 mil reais é o rombo no meu cheque especial e que, com juros de 10%  ao mês, já pulam para 44 mil reais.

 
Isso tudo porque – dizem as más línguas -  eu sou um cara muito  rico, dono de mansões de luxo, com direito à férias na Europa e nos EUA,  lanchas, automóveis importados , jet-ski e, claro,  muito bem pagado. Dinheiro pra mim nunca  foi  problema. E olhem que eu nem comprei ainda meu sonhado helicóptero. Mas em breve, muito em breve,  ele estará chegando.

 

 Imaginação fértil

 

Teve até uma empresária, dia desses, e que, dona de um patrimônio de aproximadamente 15 milhões de reais  – herdados dos pais – , comentava com um  amigo meu que havia trabalhado a vida inteira e que queria apenas ter 1/3 dos bens  que hoje eu possuo. Imagine se isso fosse verdade ? Eu mereço mesmo. Porto Seguro se cobrir vira circo e, se cercar, vira hospício.

Minha querida Simone, do Bradesco, que não me socorra para ver se tem jornal na rua a semana que vem. Volto assim que puder.

Para quem circula por aí lorotando que Porto Seguro só tem um jeito, eu também concordo, e como concordo…

Os interessados em usar o adesivo podem procurar a Stylus, loja especializada em computação gráfica e adesivagem, localizada ali bem no meio da rua 15 de novembro, e fazer sua retirada. Podem pendurar na minha conta. Cortesia dos amigos.

Prefeito Abade garante que não comprou helicóptero nenhum

O prefeito garante que a compra do helicóptero é delírio de seus adversários. (Fotomontagem Porto News Net)

Em ano eleitoral, o que não faltam são as eternas “verdades”.  Umas mais verdadeiras do que as outras. Quando foi no tempo de Bira, por exemplo, havia quem jurasse que ele havia comprado uma fazenda no vale do Jequitinhonha, no valor de 12 milhões. Gente amiga minha, que eu sempre confiei, jurava de pés juntos que era verdade. E não era. Pior que eu quase acreditei.  Está aí Bira até hoje andando em carrinho popular para não dizer que estou mentindo.

 
Com Abade, certamente não poderia ser diferente. Primeiro, foi a compra do Haras Potumoju e que ele teria comprado por 15 ou 20 milhões de reais. Teve gente jurando que até sabia como foi realizado o pagamento, com o dinheiro vivo sendo acondicionado em caixas e levados até a fazenda numa Pajero L200. Tudo contado, é claro, com riqueza de detalhes.  Mais uma vez, ao fim e ao cabo, chegou-se à conclusão de que era mentira.

 
Agora chegou a vez de dizerem que o prefeito Abade comprou um helicóptero do deputado Ronaldo Carletto, outra falácia que tem tudo para ser mais uma das mentiras inventadas por seus aedversários. Ontem mesmo enviei mensagem de texto solicitando uma explicação do gestor, a qual faço questão de reproduzir aos leitores.

 
A troca de mensagens

 
“Prefeito, não acredito que você comprou um helicóptero, me diga alguma coisa sobre isso”, enviei eu ao gestor.

 
Resposta de Abade:   “Amigo Miro, o deputado Ronaldo Carletto tem sido um grande aliado do meu governo e colocou seus dois helicópteros à minha disposição, caso eu necessite para alguma coisa. Aí meus adversários ficam inventando que comprei um helicóptero. Isso é mentira e não procede. Não comprei helicóptero nenhum e desafio alguém a provar ao contrário. Um abraço, Abade”

 
Bem, pelo menos desta vez temos o posicionamento oficial do prefeito. E eu ainda prefiro acreditar no prefeito Gilberto Abade do que nos fofoqueirinhos de mesa de buteco.

Paulo Henrique Amorim é condenado por chamar Paulo Preto de Paulo ‘afrodescendente’

 

Paulo Henrique Amorim é condenado por chamar Paulo Preto de Paulo 'afrodescendente'
A Justiça de São Paulo condenou o jornalista Paulo Henrique Amorim a pagar indenização de R$ 30 mil a Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, por danos morais. Ele foi acusado de chamar o autor da ação de “Paulo Afrodescendente” e divulgar seu endereço residencial em São Paulo, no blog Conversa Afiada.

 

O juiz Daniel Luiz Maia Santos, da 4ª Vara Cível de São Paulo, classificou o trocadilho como “atitude discriminatória”. A ação foi movida em outubro de 2010 pelo ex-diretor de Engenharia de Desenvolvimento Rodoviário S.A (Dersa) contra o jornalista, que publicou a foto do prédio em que reside junto com o endereço.

 

Além da imagem, Amorim publicou que “lá, apesar de seu salário de funcionário público do governo de São Paulo, de não ser herdeiro de nenhuma fortuna e nem ser tido como um homem rico, vive o engenheiro Paulo Vieira de Souza, o ‘Paulo Preto’, ou o Paulo ‘Afro-descendente’”. O jornalista já responde a outros processos. Saiba mais na coluna Justiça. (Bahia Notícias)

Marajás do Judiciário chegam a ganhar R$150 mil

por Samuel Celestino

Marajás do Judiciário chegam a ganhar R$150 mil

 

Mais uma denúncia pesada do jornal Estadão alcança em cheio o Tribunal de Justiça do Rio, que agora se iguala à berlinda onde se encontra o TJ-SP e, de acordo com informações, outros tribunais entrarão na ciranda.

Segundo o jornal paulista, há pagamentos milionários a magistrados de SP que passaram a se reproduzir no TJ-RJ. A folha de pagamento do Tribunal do Rio assusta qualquer marajá. “Desembargadores e juízes, mesmo aqueles que acabaram de ingressar na carreira, chegam a ganhar mensalmente entre R$ 40 mil a R$ 150 mil”, aponta a publicação.

Diz o jornal: “Os pagamentos milionários a magistrados estaduais de São Paulo se reproduzem no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A folha de subsídios do TJ-RJ mostra que desembargadores e juízes, mesmo aqueles que acabaram de ingressar na carreira, chegam a ganhar mensalmente de R$ 40 mil a R$ 150 mil. A remuneração de R$ 24.117,62 é hipertrofiada por ‘vantagens eventuais’. Alguns desembargadores receberam, ao longo de apenas um ano, R$ 400 mil, cada, somente em penduricalhos.

A folha de pagamentos, que o próprio TJ divulgou em obediência à Resolução 102 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – norma que impõe transparência aos tribunais –, revela que em dezembro de 2010 o mais abastado dos desembargadores recebeu R$ 511.739,23. Outro magistrado recebeu naquele mês depósitos em sua conta que somaram R$ 462 mil, além do salário. Um terceiro desembargador recebeu R$ 349 mil. No total, 72 desembargadores receberam mais de R$ 100 mil, sendo que seis tiveram rendimentos superiores a R$ 200 mil”.

Assim, a situação do Poder Judiciário brasileiro assusta diante das denúncias que se acumulam a partir das informações que emergem das investigações nos tribunais de Justiça. Diante da situação, que arrepia os dois outros poderes da República, coloca em dificuldades o Supremo Tribunal, que vai apreciar as liminares de Ricardo Lavandowsky e Marco Aurélio que querem podar as atribuições do CNJ.


O prefeito Robério não é menino, não… De bobo mesmo ele só tem a careca.

Não sei se vai dar alguma coisa que preste ou se o prefeito Robério vai conseguir reunir ao menos um número expressivo de participantes, mas finalmente está confirmado, para o próximo dia 27, no Camping Tabapiri, a convenção do PSD e que deverá lançar oficialmente a pré-candidatura da deputada Cláudia Oliveira em Porto Seguro. A promessa é que muito políticos de peso deverão comparecer, a exemplo de Kassab, Otto Alencar, Jânio Natal e outros. Resta ver se o povo vai comparecer.

Uma coisa eu sei dizer e posso garantir aos leitores: Robério, hoje uma das maiores forças políticas do extremo sul, não é menino, sabe fazer política e adotou a política como uma espécie de élan vital para si. Dizem até que ele se transformou  no prefeito do showbiz  e que sabe agradar ao eleitor como poucos. Não é à toa que o Traste treme só de ouvir em falar Robério. Chega a dizer que prefere se aliar a Abade do que permitir que Cláudia vença em Porto Seguro.

Isso acontece porque  quase todos os entendidos no assunto garantem que  Robério, com uma possível vitória de Cláudia em Porto Seguro, ficaria 20 anos mandando aqui e em Eunápolis, uma vez que, eleito deputado federal, ele trancaria todas as ações movidas pelo promotor Dinalmari contra ele.

Após o lançamento do PSD, ficará faltando só mesmo o movimento do PSB  e do prefeito Abade para podermos tirar uma leitura mais detalhada sobre as possibilidades iniciais de cada um. Por enquanto, Jânio está na frente, com a grande aglomeração de pessoas que conseguiu reunir na Boca da Barra.

Virose miserável, filha da mãe…

 

Não sei se estes são os primeiros sintomas da pré-velhice ou não. Fato é que nos meus 51 anos de vida nunca fui nocauteado da maneira arrasadora que fui neste final de semana, vítima de uma suposta tal virose e que me deixa até agora acamado.

Há alguns  e até recentes anos atrás, o máximo que me acontecia, lá uma vez ou outra, era passar um dia no estaleiro, contorcido entre dores espalhadas pelo corpo, suores e variações  febris.

Mas desta vez, a maldita virose me deixa já há três dias fora de combate, com dores, mal estar e suores horríveis generalizados pelo corpo. A princípio, cheguei até a imaginar que fosse dengue, mas tudo indica que não é.

Estou só esperando o meu amigo e vizinho – quem pode, pode -  Dr. Eudes Faria, futuro candidato a vice prefeito de Porto Seguro – não digo de quem nem sob tortura, não adianta nem insistirem  –   dar o seu diagnóstico. Assim que puder, retorno ao Blog. Provavelmente lá por 4 ª feira.